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História

Em 10 de dezembro de 1952, um grupo de homens abnegados às causas da classe médica em Santo André funda em solenidade realizada no extinto Clube Atlético Rhodia, a Associação Paulista - Regional Santo André. Naquele momento, longínquo do calendário, mas atual na memória dos fundadores remanescente, começa a história de sucesso de uma entidade que até hoje congrega os anseios e as expectativas da comunidade médica da cidade. Tendo como principal articulador Álvaro Manfredi, o movimento pela criação da associação inicia-se bastante tímido, com a visita do idealizador aos consultórios em busca de apoio dos colegas. A adesão de alguns nomes, que acreditam em argumentos e apostam em sua causa, torna a Regional uma realidade. Oséas conta que na época haviam poucas opções de lazer e, por isso, era muito mais fácil reunir os médicos e suas esposas. Vale lembrar que a televisão era um produto de luxo no país e poucos brasileiros possuíam o aparelho. Porém, as confraternizações e os eventos sociais são os únicos motivos de reuniões. Naquela época debatem-se os avanços da medicina e os procedimentos médicos. "Lembro-me de uma palestra que discutiu as indicações da transfusão de sangue, um procedimento ainda em estudo que era praticado com freqüência pelos colegas".

Em 15 de outubro de 1953, dez meses após a fundação, ocorre a primeira eleição da Regional. Álvaro Mandrefi concorre à presidência em chapa única e Francisco Perrone, por ser o médico mais antigo da cidade e chefe do serviço médico da Rhodia, é nomeado Presidente de Honra, relembra Oséas. Outro nome importante a ingressar nos trabalhos da Regional é o de Evandro Borges Pimenta, um jovem baiano que chega à cidade em julho de 1957 e, um mês depois, já está engajado ao movimento associativo. Na década de 60, Pimenta ocupa seu primeiro cargo na diretoria e, em 1966, por indicação de Henrique Calderazzo, é eleito presidente da Regional.

Em 1974, após a gestão de Celso Gama, é a vez de Newton da Costa Brandão assumir a presidência. "Éramos na verdade um grupo de amigos. Tínhamos uma integração perfeita, até porque Santo André era relativamente pequena e sabíamos onde morava e onde atendia cada colega", recordava-se Brandão.

Além de congregar a classe médica, a Regional acumula em sua trajetória atos de solidariedade e respeito à profissão. Ainda nos anos 70, na administração de Rui Alegretti, a entidade patrocina integralmente a formação de seis jovens carentes. "Passados mais de 25 anos, ainda ouvimos o reconhecimento e a gratidão de alguns desses profissionais financiados pela entidade", orgulhava-se Alegretti.

A Regional luta pelos direitos da classe, reúne e alegra seus associados. Erra, acerta, mas sempre marcando época e fazendo história em uma cidade que não para de crescer.

APM Regional Santo André, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra.


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