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Brasil registra Semana Epidemiológica com queda de casos de coronavírus

Covid-19: boletim Epidemiológico Especial 23 aponta queda de 11%

Segunda, 27 de julho de 2020


Conforme divulgado pela Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, no Boletim Epidemiológico Especial 23, a Semana Epidemiológica (SE) 29 – de 12 a 18 de julho – registrou queda de 11% do número de novos casos de Covid-19 em relação à SE 28. No período mais recente, foram 235.010 casos, contra 262.846 na semana anterior.

A média diária de novos casos na SE 29 foi de 33.573 (na 28, o número foi de 37.549). A análise do órgão governamental é de que a novidade deve ser acompanhada ao longo das próximas semanas, para verificar se a tendência se manterá ao longo das semanas seguintes.

Em relação aos óbitos por Covid-19, a semana analisada encerrou com um total de 7.303 novos registros, o que representa uma estabilização (variação de 5% para mais ou menos no número de casos ou óbitos registrados em relação à SE anterior) em relação à anterior, com 7.204 óbitos. A média diária de óbitos na SE 29 ficou em 1.043, contra 1.029 da SE 28.

O documento também indica que, até 18 de julho, o Brasil apresentava uma estimativa de 1.342.362 pacientes recuperados e 653.726 em acompanhamento – são acompanhados desta maneira todos os casos notificados nos últimos 14 dias pelas Secretarias Estaduais de Saúde e que não evoluíram para óbito.

Distribuição

Até o final da Semana Epidemiológica 29, o mundo acumulava 14.044.872 casos de Covid-19, sendo os Estados Unidos o país mais afetado, com 3.647.715 infecções e 139.266 óbitos. Naquele momento, o Brasil tinha 2.074.860 casos e 78.772 mortes, vindo logo após dos EUA na lista de nações mais atingidas.

No que se refere aos casos, também apresentavam números preocupantes a Índia (1.038.716), a Rússia (765.437) e o Peru (345.537). Já em relação aos óbitos – 597.148 em todo o mundo – outros países que têm altos índices são Reino Unido (45.233), México (38.310) e Itália (35.028).

Colocando em perspectiva, o coeficiente bruto de incidência no mundo, ao final da SE 29, foi de 1.801,8 casos para cada milhão de habitantes. Dentre os países com população acima desse número, a maior incidência foi identificada no Catar (36.898 por milhão de hab.), seguido de Bahrein (21.159), Chile (17.081), Kuwait (13.793) e Omã (12.827). Nesta classificação, o Brasil tem a 10ª posição, com 9.873 casos por milhão de habitantes.

Em relação à mortalidade, foram, no mundo, 76,7 óbitos por milhão de habitantes até 18 de julho. A Bélgica tem o maior coeficiente (846 mortes por milhão de hab.), seguida pelo Reino Unido (666), Itália (579) e Suécia (556). Neste ranking, o Brasil também fica em 10º, com coeficiente de 374 óbitos por milhão de habitante.

Por: APM (texto e imagem)

 

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